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29.1.08

o que aprendi lendo Herman Hesse

Que todos tem um caminho solitário e inexorável, ao qual devem estar atentos a ouvir o chamado; que espiritualidade é aquilo que reveste o que se torna insubstituível e permeia aquele que não a procura; que toda estória deve terminar com o personagem principal morrendo na última linha.

3.1.08

herman hesse

José Servo - creditado como João Servo na sinopse - é um menino alemão que vive no futuro das Escolas de Elite, da Província Pedagógica e da Ordem. Por mais apocalíptico que possa parecer, aqui não se tratam de esquemas governamentais ou tramas políticas; diferente das ficções futuristas de Philip K. Dick e Aldous Huxley, mas próxima das estórias coming-of-age típicas de Hesse, encontra-se aqui um jovem solitário, dedicado às questões do espírito e fascinado pelo tal Jogo dos Avelórios: a bola da vez da interdisciplinaridade.

Muito bom, como todo Hesse. Minha única reclamação é que o autor ainda não explicou como funciona o jogo. Nem parece que vai. Pity.